Quando olhamos os exames médicos encontramos uma variedade enorme de nomes complicados que muitas vezes não sabemos o que significam, ainda mais se eles vierem acompanhados de números consideravelmente altos, o que normalmente faz com que as pessoas fiquem preocupadas. Hoje vamos falar do termo “hemoglobina glicada”.

O termo genérico “hemoglobina glicada” refere-se a um conjunto de substâncias formadas com base em reações entre a hemoglobina A (HbA) e alguns açúcares.

A HbA é a principal forma da hemoglobina, sendo que a HbA0 é o principal componente da HbA. Na prática, esta corresponde à chamada fração não glicada da HbA. Por outro lado, a HbA1 total corresponde a formas de HbA negativamente carregadas devido à adição de glicose e outros carboidratos.

Existem vários subtipos de HbA1, tais como HbA1a1, HbA1a2, HbA1b e HbA1c. Desses todos, a fração HbA1c, ou apenas A1C, é a que se
refere à hemoglobina glicada propriamente dita.

A Associação Americana de Diabetes (ADA) recomenda que a hemoglobina glicada seja medida regularmente em todos os pacientes a intervalos de 4 a 6 meses. Considerando a alta prevalência do Diabetes melito e o impacto das complicações da doença na sociedade, este é um dos mais importantes procedimentos clínicos atuais.

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